É possível calcular os prejuízos das decisões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aos passageiros, enquanto beneficiam empresas aéreas, ao menos no caso de cobrança por malas. A portuguesa TAP é a primeira estrangeira, com operações no Brasil, a cobrar pelo serviço. Uma mala de até 23 kg, que era transportada de graça, custa agora 45 euros (R$168) ao cliente, mas só se o passageiro pagar pela internet. Se deixar para o check-in, sobe para 80 euros (R$300) cada mala.

Ao inventar a cobrança de bagagem, alegrando as empresas, a Anac prometeu que as passagens ficariam mais baratas. Era lorota.

No Brasil, os passageiros já pagavam a passagem aérea mais cara do planeta, e agora pagam caro também pelas malas.

A Anac é um peso nas costas do cidadão sob todos os aspectos. Somente com sua folha de pessoal foram R$300,8 milhões em 2016.

CLÁUDIO HUMBERTO


PASSAGEM MAIS BARATA ERA LOROTA: preço para despachar mala dispara e tudo é cobrado

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