Caso as denúncias envolvendo o presidente Michel Temer, divulgadas na quarta-feira pelo jornal O Globo, afetem a permanência dele no cargo, um nome do Judiciário seria o mais bem aceito pela população para assumir a Presidência - seja no caso de eleições diretas ou indiretas.

A análise é de Danilo Cersosimo, diretor à frente da Ipsos Public Affairs, consultoria que realiza pesquisas na área política e responsável pelo Barômetro Político, que avalia a popularidade de figuras públicas.

"Pensando na opinião pública, um nome vindo do Judiciário seria muito bem aceito em ambos os casos, especialmente nesse mais provável cenário de eleição indireta. De todos os nomes que a gente avalia, o índice de rejeição é muito mais baixo entre membros do Judiciário do que da classe política."

Michel Temer nega as acusações e afirmou que defende as investigações de denúncias divulgadas pela imprensa.

"Nunca comprei o silêncio de ninguém", disse ele em pronunciamento feito na tarde desta quinta-feira, referindo-se às acusações de que teria dado aval ao pagamento, pela JBS, de propina ao deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba.


BBC

Nome do Judiciário seria mais bem aceito pela população em eleições diretas ou indiretas, diz analista

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