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Filha da apresentadora Monique Evans, a modelo Bárbara Evans faz sua estreia como atriz na minissérie Dois Irmãos, da Globo. A loira tentou a carreira no passado, em testes para Malhação, mas foi reprovada. Nesta quinta (12), ela surge glamourosa e em cenas de sexo selvagem com o galã Cauã Reymond. Sua personagem, Lívia, será mulher de Yaqub, o gêmeo estudioso que vira engenheiro.

Aos 25 anos, a jovem conta que foi convidada para participar de Dois Irmãos pelo diretor artístico Luiz Fernando Carvalho. Não precisou fazer testes. Foi depois de ela se expor no reality show A Fazenda, da Record, em 2013, e protagonizar barracos no confinamento.

No primeiro capítulo em que aparece, porém, Bárbara quase não tem falas, mas protagoniza duas transas ousadas. Na primeira, ela procura Yaqub quando ele está se despedindo de Manaus. O gêmeo introspectivo está de viagem marcada para São Paulo, onde estudará na Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo).

Lívia ouve umas grosserias da possessiva Zana (Eliane Giardini). Yaqub é o gêmeo rejeitado pela mãe, que atribui a rivalidade entre os gêmeos à loira. Foi por causa dela que Omar surtou e cravou uma garrafa na cara do irmão, na infância, gerando o conflito familiar.

Sem falar nada, Lívia e Yaqub se beijam no jardim da casa e se escondem atrás de uma moita. Lá, eles transam com voracidade, enquanto a índia Domingas (Silvia Nobre) os espia e o público ouve os gemidos da loira. No mesmo capítulo, eles se reencontram, tomam espumante e mais uma vez se atracam.

Para Bárbara, o mais difícil é passar verdade. Ela afirma que não existe preparação para cenas de sexo ou choro. “Entrar na personagem é o principal. Uma vez nela, você faz o que vier e deixa fluir. Quando vê, aconteceu. [Sexo] não tem nada demais. No fim, é como chorar em cena e viver a emoção. Ali você está fazendo um trabalho e tem que se entregar. É uma arte com muito bom gosto”, comenta.

A novata conta que a sequência que mais mexeu com ela foi uma de briga, recheada de drama. Revela que sua mãe ficou orgulhosa de sua conquista: um convite para fazer um papel na Globo, quando ela nem era atriz, estava trabalhando como modelo.

“No começo, minha mãe teve um pouco de apreensão, mas depois se acalmou. Mostrei para ela que tem toda uma preparação antes de gravar e isso a tranquilizou”, recorda-se a loira.
A minissérie foi gravada no primeiro semestre de 2015. Bárbara tem vontade de continuar trabalhando como atriz, mas a carreira ainda está engatinhando.

A loira define a sua personagem como uma mulher sexy, sem ser vulgar, fina, poderosa e plena. “A Lívia é uma mulher muito confiante, mas, ao mesmo tempo, uma incógnita. Ela tem certeza de tudo o que pretende fazer, mas os outros não a entendem. É uma mulher muito misteriosa.”

E realmente é isso que a elegante Lívia passa ao surgir em cena, mas sem nada dizer. No capítulo de hoje, Yaqub se forma engenheiro e prospera na vida. Ele manda cartas para os pais, que vão comemorar suas conquistas e ficam sabendo que ele se casou, mas Yaqub não diz o nome de sua mulher nas mensagens.


UOL

O sistema, que foi criado pela Honda e se chama Riding Assist, é ativado automaticamente quando a moto está em baixa velocidade, abaixo de 5 km/h.

Primeiro, a suspensão frontal se desloca alguns centímetros para a frente, reduzindo o centro de gravidade do veículo e aumentando sua estabilidade.


Em seguida, o sistema monitora a inclinação da moto – e mexe a roda da frente milhares de vezes por segundo para contrabalançar as inclinações e fazer com que o veículo pare em pé sozinho. O efeito é bem impressionante.

A tecnologia é uma versão motociclística do sistema de equilíbrio do Asimo, o robô humanoide da Honda. Ela aumenta a segurança na hora de estacionar a moto ou manobrá-la entre os carros em baixa velocidade.

Quando o Riding Assist (que ainda não tem previsão de lançamento) está ativado, o veículo também é capaz de andar -lentamente- sozinho. É o primeiro passo para o desenvolvimento de motos autônomas, capazes de rodar sozinhas pelas ruas.

Essa matéria foi originalmente publicada no site da Superinteressante.


Exame

Um vídeo em que a pastora evangélica Zélia Ribeiro, de Botucatu, interior de São Paulo, aparece destruindo a marretadas uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil para os católicos, está causando polêmica. Enquanto a pastora golpeia a imagem, uma voz masculina faz referência ao “inimigo” e incentiva a destruição “em nome de Jesus”. As cenas foram parar em redes sociais e causaram reações de outras religiões. O Conselho dos Pastores de Botucatu disse que o ato foi isolado e pediu “perdão” aos católicos.


As imagens teriam sido feitas nesta terça-feira, 11, durante culto da igreja evangélica Aliança com Deus/Ministério Bariri, localizada na zona leste da cidade. O vídeo mostra a pastora de joelhos, destruindo a imagem de Aparecida e de outros santos. Ela pergunta se estão gravando e pede para os obreiros orarem enquanto atinge as imagens. Uma pessoa que não aparece no vídeo vai dizendo: “Quebra tudo lá, oh glória. Eu não aceito outros deuses. Essa obra que foi feita pelas mãos do inimigo, seja agora tudo quebrado. Que seu nome seja glorificado, aleluia. Está quebrando em nome de Jesus.”

O vídeo havia sido postado por adeptos da igreja dirigida pela pastora, mas foi retirado em razão da repercussão. Outras cópias, no entanto, já circulavam pelas redes sociais. “Não sou católico, mas isso é fanatismo, ódio, uma atitude que não constrói”, postou o internauta Rafael Villar. “Que a Virgem Aparecida tenha piedade dessa infeliz mulher”, escreveu Cleusa Morgado.

O padre Emerson Anizi, ecônomo da catedral da Arquidiocese de Botucatu, disse ter ficado surpreso com a manifestação de agressividade contra a religião católica. “Nós sempre tivemos um bom diálogo com o conselho de pastores de denominações evangélicas. Acredito que essa foi uma atitude isolada de um fundamentalismo grosseiro.” Ele disse que a igreja católica nada fará a respeito e pediu a católicos e evangélicos que “não rebatam o mal com o mal”.

Procurada, a pastora não foi localizada e outros obreiros da Aliança com Deus não quiseram se manifestar. O secretário do Conselho Municipal de Pastores de Botucatu, missionário Paulo Cruz, falando em nome das igrejas evangélicas, disse que o ato foi um caso isolado e não representa os evangélicos da cidade. “Não é uma prática que nós adotamos. Não temos intolerância religiosa e mantemos um elo muito grande com todas as comunidades cristãs, inclusive a católica. Foi uma prática isolada.”

Segundo ele, quando católicos se convertem à religião evangélica, que não cultua santos, ele se desfaz das imagens, doando-as ou repassando para entidades. “O vídeo acabou mostrando cenas de ódio com que não concordamos. Peço perdão aos católicos por esse equívoco. As diferenças que podem haver entre nós não podem nos afastar da fé em Cristo.” Ele disse que tentou contato com a pastora Zélia nesta quarta-feira, mas não conseguiu localizá-la. “A pastora é uma pessoa simples, vamos chamar e conversar com ela”, prometeu.

O Código Penal brasileiro tipifica como crime “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”, prevendo pena de detenção de um mês a um ano, ou multa. Até o fim da tarde, não havia queixa na Polícia Civil de Botucatu sobre o caso da pastora.

Estadão

Nostradamus previu a precipitação 500 anos atrás: ‘sinal do fim dos tempos’ | Reprodução/Twitter(Magnifica Lounge)
Neve em Salento | Reprodução/Twitter(Carlo Toma).

Quinhentos anos atrás, Matteo Tafuri, mais conhecido como Nostradamus italiano, lançou uma profecia apocalíptica prevendo que o fim se aproximaria quando nevasse dois dias seguidos na cidade de Salento (Itália).

Pois aconteceu.
Matteo Tafuri | Reprodução da internet

O Nostradamus italiano, que viveu entre 1492 e 1582, disse que a neve na praia seria um sinal do fim dos tempos.

O balneário de Salento é conhecido pelo clima quente. E, pela primeira vez na História, a cidade mediterrânea foi tomada pela neve por dois dias, 8 e 9.

A profecia: “Salento, de palmeiras e vento sul moderado. Dois dias de neve, dois relâmpagos no céu. Eu sei que o mundo acaba, mas não sentirei saudade”.

Registros da neve na cidade costeira foram postados em redes sociais da web.
Salento, às margens do Mediterrâneo, fica bem no ‘salto da bota’ | Reprodução da internet

O Globo



O saldo da carnificina dos presídios de Manaus e Roraima é inversamente proporcional ao respeito dos bandidos pelo Estado. A constatação é mais velha do que a fome. Basta lembrar que o manda-chuva do PCC, Willians Herbas Camacho, o Marcola, chegou a bolar um plano para fugir da penitenciária de Presidente Vensceslau, em São Paulo, usando um helicóptero, em 2013. A Polícia Civil descobriu a gracinha e evitou a fuga cinematográfica.

Até hoje mantido em sigilo, em 2011, o Ministério da Justiça recebeu informações de Inteligência de que o chefe do Comando Vermelho, Fernandinho Beira-Mar, havia traçado um roteiro para ser resgatado por um helicóptero do presídio federal de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná.

À época, Beira-Mar foi transferido para a penitenciária de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O temor das autoridades era tanto que, no dia em que o traficante foi levado para o Nordeste, nem os policiais civis e militares potiguares foram informados sobre o roteiro.

Blog do Robson Pires


A Caixa Econômica anunciou, nesta quarta-feira (11), o valor de R$ 6 bilhões para a linha de Custeio Antecipado no crédito rural, para custear as lavouras até 270 dias antes do início do plantio da Safra Verão 2017/2018. O crédito rural está disponível em mais de 1.700 agências em todo o Brasil.

O financiamento está disponível para as principais culturas, como soja, milho, arroz, trigo, feijão e sorgo, e conta com análise técnica automática para propostas de até R$ 500 mil. Segundo o vice-presidente de Produtos de Varejo da Caixa, Fábio Lenza, ao antecipar os recursos da próxima safra, o agricultor pode negociar ainda no primeiro semestre de 2017 a aquisição de insumos para o plantio.

http://tenentelaurentinoagora.blogspot.com.br/

Na tarde desta quarta-feira 11 de janeiro, o Prefeito de Pendências Fernando Antônio Bezerra de Medeiros participou da cerimônia de entrega dos kits do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O programa veio por meio de um Convênio, com o Governo Federal (Ministério do Desenvolvimento Agrário-MDA), Caixa Econômica Federal e Governo do Estado (Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural-EMATER). 
O município de Pendências foi comtemplado com o kit de um veículo frigorífico, balanças de precisão, computador e freezers entre outros utensílios, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma ação do Governo Federal para colaborar com o enfrentamento da fome e da pobreza no Brasil e, ao mesmo tempo, fortalecer a agricultura familiar. Para isso, o programa utiliza mecanismos de comercialização que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações, estimulando os processos de agregação de valor à produção.  

A cerimonia para a entrega dos kits ocorreu em Mossoró na Estação das Artes Eliseu Ventania por voltas as 16:H00, a comitiva que saiu de Pendências para prestigiar o evento e receber o kit do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Foram o Prefeito Fernandinho, a chefe de gabinete Januncia Olegário de Melo, veterinária regional Kênia Suenia Meyra de Araújo da (EMATER) e de dois produtores do programa do assentamento P.A. Marcos Freire






Prefeitura de Pendências por meio da Secretaria Municipal de Administração, continua recadastrando os servidores efetivos, órgãos e autarquias do Executivo Municipal. O recadastramento tem o objetivo de atualizar o banco de dados do quadro dos funcionários efetivos do município

No ato do recadastramento, o servidor deve apresentar documentos originas como:

ü  Cadastro Nacional de Pessoa Física – CPF
ü  Título de Eleitor
ü  Carteira de trabalho
ü  Certidão de casamento ou declaração de união estável
ü   Comprovante com número do PIS/PASEP
ü  Comprovante de residência atualizado
ü  Comprovante de Escolaridade
ü  Carteira de Habilitação (se motorista);
ü  Documento de identidade reconhecido legalmente em território nacional, com fotografia, ou certidão de nascimento dos dependentes


ATENÇÃO: caso o servidor se negue a prestar informações aos membros da comissão ou que não exista o dossiê de respectivo em nossos arquivos ou que paire alguma dúvida acerca do processo respectivo, tal fato deve ser comunicado para suspensão imediata do pagamento do faltoso.

Foto ilustrativa retirada da internet
A Prefeitura municipal de Pendências, por meio da Secretaria Municipal de Administração, realizará, entre os dias 10 e 20 de janeiro de 2017, o recadastramento obrigatório dos servidores efetivos dos órgãos e autarquias do Executivo Municipal. O objetivo é atualizar o banco de dados do quadro de pessoal e funcional dos órgãos e entidades.

A convocação foi feita através do Decreto n° 003/2017, assinado pelo secretário municipal de Administração, Telmo Antônio Rodrigues Marcelino. De acordo com o prefeito Fernando Antônio Bezerra de Medeiros, o recadastramento vai melhorar o planejamento das ações que serão executadas em sua gestão. “Nossa intenção é manter o banco de dados atualizado de forma a facilitar nosso planejamento de gestão, bem como viabilizar o exercício de uma administração eficiente, transparente e responsável. Além disso, é preciso conhecer quem é nosso servidor para que possamos modernizar e valorizar a carreira do servidor”, explica o prefeito.

Para realizar a atualização cadastral, o servidor deverá se dirigir à Escolar Municipal Maria Cleofas Moura da Rocha (Escola Maria Moura) no período de 10/01/2017 a 20/01/2017 das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00

No ato do recadastramento, o servidor deve apresentar documentos originas como:

ü  Cadastro Nacional de Pessoa Física – CPF
ü  Título de Eleitor
ü  Carteira de trabalho
ü  Certidão de casamento ou declaração de união estável
ü  Comprovante com número do PIS/PASEP
ü  Comprovante de residência atualizado
ü  Comprovante de Escolaridade
ü  Carteira de Habilitação (se motorista);
ü  Documento de identidade reconhecido legalmente em território nacional, com fotografia, ou certidão de nascimento dos dependentes

ATENÇÃO: caso o servidor se negue a prestar informações aos membros da comissão ou que não exista o dossiê de respectivo em nossos arquivos ou que paire alguma dúvida acerca do processo respectivo, tal fato deve ser comunicado para suspensão imediata do pagamento do faltoso.

Gunung Kemukus é uma montanha em Java, a principal ilha da Indonésia, que a cada 35 dias recebe muçulmanos de todo o país para participar de um ritual insólito.

O evento acontece em uma data auspiciosa segundo o ciclo Wetonan, que sobrepõe os cinco dias do antigo calendário javanês ao sete dias do calendário moderno (7×5=35).

Quando a escuridão cai no misterioso local, os peregrinos acendem velas e se sentam em esteiras ao redor das sagradas árvores dewadaru e das raízes retorcidas de enormes figueiras.


Na montanha “mágica”, há um túmulo no qual se acredita estarem guardados os restos mortais de um legendário príncipe e de sua amante. 
Evento acontece em data auspiciosa segundo ciclo Wetonan
Adultério em troca da boa sorte

“O jovem príncipe Pangeran Samodro fugiu com a rainha Nyai Ontrowulan, que era sua madastra”, conta Keontjoro Soeparno, psicólogo social da Universidad Gadjah Mada em Yogyakartax, na Indonésia.
“Eles se esconderam em Gunung Kemukus.”

Até o dia em que, flagrados durante uma relação sexual, foram assassinados e enterrados no cume da montanha.

Os peregrinos acreditam, assim, que se cometerem adultério nesse local serão “abençoados com boa sorte”, explica Seoparno, que estudou o ritual durante 30 anos.

Por isso, Gunung Kemukus é também conhecida como a “montanha do sexo”.

Regras do jogo
O ritual começa com orações e oferendas de flores ao túmulo de Pangeran Samodro e Nyai Ontrowulan.

Em determinado momento, os peregrinos devem banhar-se em um dos dois riachos sagrados da montanha. E, em seguida, fazer sexo com uma pessoa desconhecida.

“Para receber bênçãos e dinheiro, é preciso fazer sexo com alguém que não seja seu marido ou mulher. Tem de ser alguém que você não conheça”, destaca Soeparno.

“Além disso, deve ser em Juman Pon (quando a sexta-feira coincide com Pon, um dos cinco dias do calendário javanês). A relação sexual tem de acontecer a cada 35 dias sete vezes consecutivas, de forma que dure em torno de um ano”, explica.

“Se por algum acaso não seja possível completar as sete vezes, é preciso começar tudo de novo. Essa é a parte difícil, especialmente para quem não é tão jovem.”

“O compromisso entre os dois é muito significativo: eles têm de trocar telefones e endereços, e combinar aonde vão se encontrar da próxima vez.”

Comida e teto
As noites mais concorridas podem reunir até 8 mil peregrinos.
“A maioria é dona de pequenos negócios. Eles esperam que, se completarem o ritual, suas vendas vão melhorar, vão ganhar muito dinheiro e terão muito sucesso”, afirma Soeparno.

Desde a década de 90, a montanha ganhou uma pequena infraestrutura para acomodar a multidão.

Além do santuário, há um restaurante onde é possível comprar chá, macarrão e amendoim. Na parte de trás dele, é possível alugar um dos dois pequenos quartos.

Vejo uma mulher de véu e um homem, ambos com cerca de 50 anos, sumindo atrás de uma cortina para completar o ritual em um dos quartos. Ao tentar entrevistá-los, eles fogem, e a dona se aproxima para pedir que deixemos o local.

“O que acontece é que eles só estão juntos aqui na montanha. Se aparecerem na TV e seus respectivos cônjuges souberem disso, terão problemas. Aconteceu isso antes com o ex-proprietário desse restaurante: um homem apareceu na TV falando com uma mulher em uma noite e seus familiares o viram. A família ficou arrasada e o casal se divorciou”, afirmou.

Anteriormente, os casais faziam sexo ao ar livre, mas depois começaram a alugar quartos por valores irrisórios.

Em segredo
Dentro do santuário, Pak Slamat está lendo o Alcorão. Quando terminar, vai procurar uma amante.

“Aqui há muitas pessoas que te dizem que funciona, que antes de vir aqui seu negócio não estava dando certo e depois se recuperou. Deve ser controlado por Alá (Deus). Não há ninguém maior do que Alá”, afirma.

“Se vejo uma mulher que esteja disponível, me aproximo dela. Não ligo só para a aparência. O que vem de dentro é o mais importante. Já que estamos fazendo sexo com um objetivo, nossa motivação interna deve ser a mesma”, acrescenta.

Pak Slamat é casado e tem três filhos. Sua mulher não sabe onde ele está – ela acredita que ele esteja na mesquita, rezando.

“Ela não teria permitido que eu viesse para cá, mas o importante é que eu estou fazendo isso pelo bem dos negócios.”

Milhares chegam sozinhos em busca de um acompanhante. Os que estão no meio do ritual devem encontrar o(a) mesmo(a) acompanhante das vezes anteriores.

Sem laços
No santuário também está Ibu Winda, uma mulher de 60 anos vestida com uma blusa flourida dourada, uma minissaia curta, meias de prata e uma jaqueta de couro. Ela ostenta um batom vermelho brilhante e seu rosto está todo maquiado.

“Tenho quatro filhos, além dos netos. Se meu marido me pergunta, digo que estou trabalhando para meu negócio funcionar bem. Se eu lhe dissesse que viria a Kemukus, ele não me permitiria vir”, diz ela.

Nos últimos dez anos, Winda, que tem uma barraca de frutas no povoado onde mora, vem à “montanha do sexo” para se encontrar com o mesmo homem.

“Ele me disse que se ficasse com ele por pelo menos três anos, me levaria a Meca (Arábia Saudita) para fazer a peregrinação do Hajj (a maior importante do Islã). Ele chegou, inclusive, a vir me buscar no meu povoado. Mas eu tenho uma família, por isso só falamos por telefone. Quando viemos aqui, nos comportamos como marido e mulher”, diz.

“Desde que comecei a vir com ele, meus negócios vão de vento em popa. Bendito seja Alá”, completa.

Mistura javanesa
Mulheres com véus e outras com pouca roupa se misturam a homens de meia idade. Eles vão formando pares, ora debaixo de árvores ou dos bares de karaokê.

O ritual, porém, não é uma prática do Islã.

Na verdade, restringe-se à Indonésia, e trata-se de uma mescla de tradições religiosas com influências islâmicas, hindus, budistas e animistas conhecido popularmente como kejawen.

Nos últimos anos, com o país caminhando rumo ao Islamismo mais ortodoxo, o governo local vem tentando encorajar uma versão mais “familiar” do evento, mais afinada aos preceitos do Islã.
As autoridades preferiam que o aspecto sexual do ritual fosse negligenciado, mas não decidiram proibi-lo.

“Esse é um lugar de turismo religioso; a religião é formada por crenças e tradições, incluindo as de nossos ancestrais”, diz M. Suparno, coordenador de turismo de Gunung Kemukus.

Passagem do tempo
Até os anos 80, não havia nem restaurantes nem bares na “montanha do sexo”. Só árvores.

Mas na década seguinte, Gunung Kemukus desenvolveu, inclusive, uma “zona vermelha”.

Na medida em que a noite avança, as pessoas se dirigem aos bares de karaokê que se localizam ao longo dos becos perto do santuário e do túmulo. Em um deles, seis homens estão em um sofá vendo uma mulher cantar e dançar de uma maneira muito sexual.

“Costumava ser diferente. As pessoas realmente tinham relações sexuais ao ar livre. Mas o governo local decidiu que isso não era uma boa ideia e instalou cabanas de bambu. Como resultado, a prostituição tomou conta”, diz Soeparno.

O professor calcula que cerca da metade das mulheres que vão à montanha são trabalhadoras do sexo.

Ritual valioso
Em todo o caso, o santuário tornou-se muito valioso em outro sentido.
Os aldeãos locais começaram a cobrar por cada veículo que entrava na área. O governo local, por sua vez, cobrava taxas tanto dos peregrinos quanto dos proprietários dos restaurantes e quartos.

Com o aumento da popularidade do ritual, o departamento de turismo passou a ganhar cada vez mais dinheiro.

Em 2014, as autoridades abriram uma clínica especializada em tratar doenças venéreas, distribuir preservativos e fazer testes de HIV.

“Quando uma tradição é praticada por tanto tempo, não é possível livrar-se dela. A prostituição brotou dessa tradição e pensei que necessitávamos de uma clínica para lidar com as consequências. Assim, podemos tornar algo negativo em positivo”, indica Mohammad Rahmat, que trabalha para o governo local.

Resultados
Na “montanha do sexo”, existem várias maneiras para que alcançar a “meta”.

Mulheres como Dian não têm muito problema.
Com um pano rosa na cabeça e jeans, está cercada por um grupo de homens em jaquetas de couro em meio a nuvem de fumaça.

Dian já completou seu ritual, mas voltou ao local para agradecer.
“Vim porque no passado minha vida era muito difícil”, diz.

“Meu marido me deixou e tenho três filhos, dois adotados e um nosso”, acrescenta.

“Meus amigos me disseram que minha vida ficaria mais fácil se viesse aqui. E depois de cumprir o ritual, muitas coisas mudaram. Sinto que agora tudo está realmente mais fácil; não é como antes. O resultado foi positivo”, conclui.

UOL, com BBC Brasil

O aumento de casos de febre amarela silvestre (transmitida em regiões rurais e de mata) em Minas Gerais pode ser um surto cíclico da doença, como o já observado em 2009. Mesmo assim, o país corre risco de ver um retorno dela às áreas urbanas, avaliam pesquisadores.

Desde o início de janeiro, 23 casos suspeitos foram notificados no interior de Minas Gerais – 14 deles levaram à morte dos pacientes. Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, 16 deles são considerados prováveis, após exames apontarem a presença do vírus, mas ainda estão sendo investigados.

No interior de São Paulo, uma morte foi confirmada como causada pela febre amarela silvestre em dezembro, a primeira desde 2009.

“Já esperávamos um surto maior da febre amarela silvestre, mas devemos nos preocupar, sim. Estamos sentados em uma bomba-relógio”, disse à BBC Brasil o epidemiologista Eduardo Massad, da USP.

“Precisamos entender o risco de reintrodução de febre amarela urbana, o que seria uma enorme tragédia, talvez maior do que zika, dengue e chikungunya juntas – porque ela mata quase 50% das pessoas que não são tratadas.”

A febre amarela é considerada endêmica nas regiões rurais e de mata do Brasil, onde é transmitida por mosquitos de espécies diferentes, como o Haemagogus e o Sabethes, para macacos e, ocasionalmente, para humanos não vacinados. Mas não há registro de casos em áreas urbanas – onde o vetor é o mosquito Aedes aegypti – desde 1942.

O Ministério da Saúde notificou a OMS (Organização Mundial da Saúde) dos casos, seguindo recomendação do Regulamento Sanitário Internacional de informar à organização ocorrências importantes de saúde pública.

Em 2016, o Brasil teve seis casos da doença confirmados, segundo o governo. O último surto da febre amarela silvestre ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 ocorrências foram confirmadas.

A pasta também afirmou que enviou duas equipes e cerca de 285 mil doses de vacina contra a febre amarela para Minas Gerais para controlar a doença. Pessoas nas áreas onde há registro de casos serão vacinadas, e, em seguida, moradores de municípios vizinhos.

Em sua fase inicial, que dura de três a cinco dias, a febre amarela causa calafrios, febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço, perda de apetite, náuseas e vômitos. Em sua fase mais grave, a doença provoca hemorragias e insuficiência nos rins e no fígado, o que pode levar à morte.
Macacos

Atualmente, 15 municípios mineiros estão em situação de alerta para a febre amarela. Também estão sendo monitoradas cidades onde ainda não houve casos em humanos, mas que registraram mortes de macacos possivelmente causadas pela doença.

O monitoramento ocorre normalmente no Brasil todos os anos, especialmente entre dezembro e maio, considerado o período de maior probabilidade de transmissão da febre amarela.

A bióloga Marcia Chame, coordenadora da Plataforma Institucional de Biodiversidade e Saúde Silvestre na Fiocruz Rio, diz que as autoridades de saúde no Brasil já haviam percebido que os surtos extravasam o ambiente das florestas aproximadamente a cada sete anos e atingem mais seres humanos no interior do país.

“Este surto maior é cíclico e, por isso, já há atenção sobre isso. Isso tem relação com todas as atividades humanas que invadem a floresta. E no Brasil também temos um processo importante de perda de ambientes naturais”, disse à BBC Brasil.

Segundo ela, o aumento das mortes de macacos – principais hospedeiros do vírus no ciclo de transmissão silvestre – é o principal indicativo de que o surto pode estar se aproximando das populações humanas.

“Desde 1940 não temos ciclos, no Brasil, de transmissão deste vírus pelo Aedes aegypti, só pelo Haemagogus. A morte de macacos perto de pessoas mostra que um ciclo que deveria estar limitado ao ambiente das matas está mais perto das áreas onde vivem humanos. E quando eles estão próximos, é mais fácil para o mosquito passar o vírus para uma pessoa”, explica.

“Em 2009, no Rio Grande do Sul, as pessoas chegaram a matar os macacos, achando que eles transmitiam a doença, mas ele nos presta um serviço, porque é o sentinela. É importante notificar as autoridades dessas mortes.”

Na Fiocruz, a equipe liderada por Chame tenta entender o que causa esses surtos de maior proporção na tentativa de evitar, também, que o vírus volte às cidades.

“Estamos modelando a ocorrência de febre amarela contra 7,2 mil parâmetros ambientais, climatológicos e outros, para tentarmos identificar que variáveis que causam isso, mas é muito complexo”, explica.

“Elas acontecem em ambientes diferentes, com espécies de macacos e de mosquitos vetores diferentes. Precisamos que a população nos ajude a identificar esses animais e o que está ao redor dos locais onde são encontrados – empreendimentos imobiliários, construções.”

O receio, diz ela, é que com a diminuição das áreas florestais, animais que foram infectados frequentem cada vez mais os centros urbanos em busca de alimento e abrigo. Lá, eles também poderiam ser picados pelo Aedes aegypti, abundante nas cidades brasileiras.

Retorno
Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas que moram ou têm viagem planejada para áreas silvestres, rurais ou de mata verifiquem se estão vacinadas contra a febre amarela. Em geral, a vacina passa a fazer efeito após um período de dez dias.

O risco de que moradores de áreas endêmicas e até ecoturistas contraiam o vírus e o levem para cidades maiores é a principal preocupação dos especialistas. Na verdade, eles ainda tentam descobrir por que isso não ocorreu até agora.

“Ainda é um desafio entender como a febre amarela não voltou para os centros urbanos, já que temos um grande número de pessoas que vão a áreas endêmicas para turismo ou a trabalho e voltam para cidades infestadas de Aedes aegypti”, diz Eduardo Massad.

O médico e pesquisador Carlos Brito, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), concorda. “Dizemos que a febre amarela só não voltou ainda às cidades porque Deus é brasileiro. É uma preocupação real.”

Os pesquisadores tentam compreender se o Aedes aegypti teria, por exemplo, menos competência como vetor da febre amarela do que da dengue, da chikungunya e da zika, outros vírus da mesma família.

“Hoje os deslocamentos de pessoas pelo país são muito mais rápidos. Por isso, estes vírus se disseminam com mais facilidade. O fato de a febre amarela ainda não ter se disseminado no país todo é um alento, que dá expectativa de que não aconteça o mesmo que ocorreu com zika e chikungunya nos últimos dois anos”, afirma Brito.

“Mas uma coisa é fato: se em 30 anos de dengue batemos recordes de números de casos em 2015 e em 2016, não é porque a população brasileira cresceu. Isso mostra que perdemos o controle do mosquito.”

Vacina
O Ministério recomenda a vacina para pessoas a partir de nove meses de idade que vivem nas áreas endêmicas ou viajarão para lá e a partir dos seis meses, em situações de surto.

Segundo a pasta, todos os Estados estão abastecidos com a vacina e o país tem estoque suficiente para atender a todas as pessoas nestas condições.

Para Massad, no entanto, o governo deveria elaborar uma estratégia para ampliar a vacinação contra a febre amarela em todo o país, incluindo as zonas costeiras, onde estão alguns dos maiores centros urbanos, que não são consideradas endêmicas.

De acordo com o ministério, apenas os Estados de Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro estão fora da Área com Recomendação para Vacinação (ACRV) de febre amarela.

Mas enquanto ainda não se explica como o vírus se manteve fora das cidades durante os últimos 75 anos – mesmo com o aumento da infestação pelo Aedes aegypti – o pesquisador continua preocupado.

“A probabilidade de levar uma picada de Aedes aegypti no Rio durante o Carnaval é 99,9%. É inescapável. As pessoas ficaram preocupadas com Olimpíada, Copa do Mundo. Isso é besteira. Imagine se chega alguém com febre amarela no Rio no Carnaval.”


UOL via BBC Brasil

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